Julian Barnes, “o papagaio de Flaubert”. Trad. Manoel Paulo Ferreira. Rocco, 1988
“Assuntos proibidos”. Lydia Davis, em ‘tipos de perturbação - ficções’. Trad. Branca Vianna. Companhia das letras. (sim, sou muito pós-moderno e leio no impresso e no digital o mesmo livro)
Houvesse Deus e os deuses
a fim de que lhes pedisse:
o coração em que penso, por
mais frases e bocas que beije,
todas ache feias e frias, e que,
amanhã, ao despertar, ou à saída
da boate, pense em mim quando
a luz do dia sobre ele se desate.
- Eucanaã Ferraz, Cinemateca. Companhia das letras, 2008
O desenvolvimento nacional se concluirá quando essa profecia se realizar. “Pawana”, J. M. Le Clézio. Trad. Leonardo Fróes. Cosac Naify
Bom lembrar de vez em quando. “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury. Trad. Cid Knipel. Biblioteca azul, Ed. Globo
“A cada vez sultão é levado a ter o pensamento menos interessante. Da pureza da especulação - por que os homens se comportam assim? - ele é impetuosamente impelido ao raciocínio mais baixo, prático, instrumental - como usar isto para conseguir aquilo? - e assim à aceitação de si mesmo primordialmente como um organismo com um apetite a ser satisfeito.” p. 36
“A vida dos animais”, de J. M. Coetzee. Trad. José Rubens Siqueira. Companhia das letras, 2003
Ao som de ”Thirteen”, Big Star.
Alex Chilton, o último homem que me fez chorar quando se foi.
Iniciando os trabalhos do mês João Antônio. (se alguém quiser me dar o “dedo-duro”, ou a edição normal do “leão-de-chácara” ou ainda essa edição nova bacana da cosac, não se sinta rogado)







